É que fico escrota quando tô doente, parece que o demonio se apossa de mim e fica querendo que TODO SER HUMANO QUE ME RODEIA ( o mozi e a moms, pra ser mais especifica), me ame, me adore, me faça carinho, me dê 1001% de atenção.

Nossa. Ontem eu surtei. Sério. Eu acho que se eu fosse o moz, eu tinha me mandado ir pra puta que pariu. Ok, se ele me aguenta doente…ele me aguenta QUALQUER HORA. Enchi o saco, fui irritante, falei um monte de coisa nada haver. É que fico escrota quando tô doente, parece que o demonio se apossa de mim e fica querendo que TODO SER HUMANO QUE ME RODEIA ( o mozi e a moms, pra ser mais especifica), me ame, me adore, me faça carinho, me dê 1001% de atenção. Vish, fui horrivel. Mas sei la, todos temos nossos dias ruins. Se ele não me aguenta doente, não me merece saudável. Mas hoje, aaa que diazinho sem pé nem cabeça. Eu odeio receber notícias que nem deveriam me deixar surpresa, mas deixam, e deixam pensativa, e deixam angustiada, e começo a ficar nostalgica e quero voltar no tempo pra dizer coisas que não disse quando tive chance de dizer, e sinto saudades e quero sair, mas tô com sono…só que ja tinha marcado de ir jogar diablo e ai, desisto de tudo e odeio tudo, porque tô morrendo de dor de cabeça e espirrando, e pensando em como eu sou irritante, carente e chata quando tô doente. Nem sei como cheguei aqui…nem sei como perdi certas coisas e pessoas pelo caminho e olha que nem tenho muita vida pra contar, nem duas décadas completei. Engraçado que dessa vez, dessa vez nem foi o mozi o motivo dessa minha epifânia repentina e da revelação de que: a única coisa boa dessa bagunça da minha vida é que todos os erros me colocaram onde eu tô agora, e é confortavel. E eu prefiro, porque sou estranhamente feliz. Estou incrivelmente apaixonada, amo demais o meu amor. Tenho um trabalhinho que me deixa empolgada, e que pode me abrir portas no futuro. Meus pais, apesar de tudo, estão bem também. E tudo passa, e o tempo passa e ja fazem uns dez minutos que eu tô escrevendo e eu cansei e vou pegar meu cheetos de requeijão e vou ver LOTR III porque sou nerd. E tô feliz, tô tão feliz -apesar de doente e melosa- ahhhhhhhh vida, vem cá que quero de dar um beijo na testa! *-*


Podia sair gritando no meio da rua que ele é o amor da minha vida.

As coisas andam estranhamente normais. Andei triste…mas sei lá, me enchi de otimismo e acho que tudo vai dar certo. E se for pra acontecer, aconteceremos. Eu e o mozi, eu digo. É que de um estranho jeito, eu sempre soube que eu era dele, não pra sempre em questão de tempo, sabe? Mas pra sempre na vida um do outro, na história um do outro. Desde a primeira vez em que o vi na janela da sala de aula, por no máximo 30 segundos. Eu sabia que, de algum jeito, nós estávamos conectados nesse universo palhaço. Foi um estalo. Um click no meu cérebro que fez meu coração não esquecer. E eu tava certa, eu acho. Porque ele entrou na minha vida só pra me curar. E me curou. Me ensinou a gostar de mim, aprendi tanta coisa com aquela pessoa incrível que ele é. Ele podia ser um futuro marido, um provável namorado, um “ficante” sem importância. Mas não, ele é mais que isso. Ele ta além disso tudo. Tava predestinado assim, antes da gente se conhecer. Antes até mesmo de eu nascer. Sim, eu acredito, acredito em destino, em almas gêmeas, em fidelidade, companheirismo, acredito em amor. E ah meu Deus…como eu o amo.  É que pra mim o André é quase um anjo, alguma coisa bonita e diferente assim, de tudo. A minha paz com hora marcada, meu porto seguro, meu mozinho, o meu pitchuco, é a minha vida, é meu sorriso largo e sem motivo. Eu vivo dizendo essas coisas pra ele, acho até que encho o saco. Talvez eu devesse ficar mais na minha e não sair me expondo tanto. É que gosto de dizer, de demonstrar, eu preciso externar o que sinto. Podia sair gritando no meio da rua que ele é o amor da minha vida. Queria que ele soubesse que pra mim, não há ser humano mais intrigante, mais querido. Que eu não conseguiria suportar vê-lo triste, que dou tudo de mim pra fazê-lo feliz e que meu coração é dele. Quero voltar no tempo, e viver cada segundo de novo, sentir o cheiro dele. Sou tão dele. Sempre vou ser. Mesmo que eu namore outros homens, e que me case, e tenha filhos. Nada que ele faça pode arrancar esse carinho imenso, esse gostar sem esperar algo em troca, essa coisa de “contanto que você esteja bem” mesmo eu estando fodida aqui, longe dele, só quero que ele esteja bem. Nem as besteiras que ele eventualmente me disse, nem nada me afastam do André. Porque só ele me acalma…e hoje eu queria mesmo estar com ele. Estar pra ele. Mas não posso, tenho medo de ligar, tenho medo de ouvir outro não…ai, fico aqui escrevendo devaneios e engordando. Tenho que parar de fazer coisas doces. Acho que o açúcar me fez bem, açúcar é vida… e agora eu tô com sono. Mas foi o choro. É eu chorei um pouco, mas só quando encontrei uma foto dele no meu celular. Poxa…sinto saudades, mesmo das irritantes brincadeiras chatas dele, e da risada dele, e dele. Acho que preciso desencanar, mas como dizer pro meu coração seguir em frente? Eu fico puta, porque…sei que ele gosta de mim. Sinto que é o mesmo, que ele é meu também, o mozi. Ele não diz, ele nega, mas eu sinto nos olhinhos dele, quando ele me olha com os aqueles olhos falantes. Olhos que só ele tem…e que eu adoro. Amanhã vou ter que ir trabalhar, e putz, eu to bem até, faço tudo como sempre fiz, meus amigos mais próximos – os únicos, na verdade ahha- vivem tentando ocupar meu tempo pra eu não pensar muito. Mas falta algo. Falta ele. E só ele. Porque sem o mozi, nada fica completo. Porque ele me completa. Porque tem eu e minhas coisas, ele e o que vem junto com ele…e tudo que eu mais queria, era que existisse um nós de novo. E chega dessa bosta. Nem vou ler isso porque deve ta muito gay, e no mínimo deprimente. E adeus, TUMBLR.


Mas mas que tudo…é saudade.

A dor emocional é a pior que existe…porque parece física, mas não tem remédio no mundo que cure.  Ai você ignora. Ai passa, e passa mesmo, tu fica bem, tranquilo, muita felicidade. Mas o grande problema é: Depois do “mode ignore on” piora tudo, e parece que nada nesse mundo vai poder te tirar aquela coisa gigantesca que fica dentro do teu estomago te lembrando de coisas. Mas bem na hora do “ai meu deus, agora ferrou-se vou me jogar da ponte do rio negro” tu percebe que nem ta tão ruim assim. E junto com a certeza de que tudo que tem que ser, é… - e se for pra ser, será um dia - vem também a tranquilidade e um sentimento bem terno de que eu sei que sempre fiz minha parte, disse o que quis. E que a minha verdade é bem clara, bem simples e minha. E pra alguns pode parecer inocência, bobeira, leseira, idiotice mesmo…mas eu sou assim, fazer o que, né? Ai você cai na real…de que a dor emocional é a pior que existe, porque parece física, mas não tem remédio no mundo que cure.


PORRA!

Hoje de fato vai acabar…hoje é o ultimo dia, sei disso. Me faço de forte, vou me fazer de forte, mas quando você for embora…vou chorar.


saudade dele.

saudade, saudade, saudade, saudade, saudade. EU AMO VOCÊ MOZI, volta pra mim!!


Nada de title hoje.

Só tenho uma coisa a dizer: Me sinto oca. Me sinto só, me sinto feia, jogada, sozinha, abandonada. Tentei desabafar, mas não consigo, as palavras não saem, é como se eu contasse pra alguém…fosse tornar oficial, e isso me mata. Tenho que rir pras pessoas, mas minha vontade é sair correndo e sumir. Sumir de mim, de tudo. Queria que essa dor fosse embora. Que essa falta desaparecesse. Hoje de madrugada não aguentei…acordei depois de um pesadelo ridiculo, e tive que ligar. Liguei, mas nem adiantou. Ele não gosta mais de mim, ele não vai voltar. Acabou. E parece que eu tô oca. Sem nada por dentro. Ele pegou meu coração e levou. Ta lá, na estante dele, sozinho, cheio de poeira. E em mim…nada, vazio, angustia, agonia., tristeza…não, não, PIOR, saudade. Dia horrivel. Só isso que eu tinha pra dizer.


Aí ta, eu ja tava muito mal, não dormi, não comi, porque o sono e a fome fugiram juntos e me abandonaram também.

Tô muito mal, e hoje é só o terceiro dia depois que ele desistiu de nós. As vezes eu tento respirar, e me falta o ar. Eu tento esquecer…mas não consigo. Dói. Dói muito. Saudade dele, do cheiro dele…de tudo. Saudade do mozi. Ai ta, eu ja tava muito mal, não dormi, não comi, porque o sono e a fome fugiram juntos e me abandonaram também. Ok. Levantei…passei direto pro banheiro e me olhei no espelho. Todo aquele processo de me olhar, me sentir um lixo, chorar e depois dizer pra mim mesma: vai passar, ele ta feliz, ele vai ficar bem, foi escolha dele, vai passar. Mas o mais legal é ser perseguida por uma música. Primeiro tocou na rádio de manhã quando eu tava indo pro curso- e fui completamente descabelada- me bateu aquele feeling, vontade de dar meia volta e ir pra casa, mas não. Respirei fundo pra ver se o ar chegava ao pulmão e dei um go on. Depois, lá estava eu destraida, pensando nele, e começou aquele dã dãdãdãdããdãã (da música do papas da língua - eu sei), era ela de novo…como toque do celular da andressa, ai eu pensei: ah não, ta de brincadeira? Putz, vim pra casa meio que pensando nela -na música- e quando eu tive certeza que não a ouviria mais - não por acaso desse jeito né, porque é obvio que quando chegasse eu ia caçar no youtube -  ela toca de novo. Ok, isso é um complo? Por favor, né. Nada podia ter deixado o dia pior. Ou, epa. Ainda tenho que ir pra faculdade, ou seja, sim, ainda pode ser pior. Se bem que o mais foda do dia foi ficar idiotamente esperando um sms, uma ligação, um oi, qualquer coisa….mas nada, fora os dois sms’s da tim, que me encheram de esperança achando que era ele e fizeram meus olhos brilhar pra depois despedaçar o meu coração. Droga de vida. Droga. Droga. Que saudade de ti mozi, que vontade de te ligar…só pra dizer que tô com saudade, e que eu sinto muito por ter sido infantil, que eu posso mudar, que eu faço o que for, pra poder te fazer feliz. Eu quero te fazer feliz, é que eu amo tanto você, tanto. E agora pouco ele apareceu no face, mas não falou comigo, ai eu…que nem uma panaca, fui dar oi, primeiro ele ignorou peguntei ” ta ai?” me deu um oi seco, disse que ia correr e saiu. Me senti o ultimo ser humano da terra. Uma insignificante ex-namorada. Quis morrer. Desquis morrer e agora vou pra aula. Vou normal, nem falei pra ninguém, nem pretendo. Dói demais ainda…falar nisso. Dói demais.


Andei pensando muito em nós.

Porque eu sou assim, chata, insegura, bobona, intensa demais, sentimental. Resumindo, sou idiota. É que eu gosto de namorinhos de portão, brincadeiras no cinema, tédio à dois. Gosto do romance antiguinho, sabe? Do que alguns acham brega. Gosto dos labios encontrados por acidente depois de minutos de aconchego, olhos que sorriem, corações batendo no mesmo rítimo. Gosto de sentir um arrepio quando as mãos andam dadas, quando uma brincadeira qualquer gera um abraço após uma meia queda. Gosto de amores sinceros, não precisa ter um eterno a cada frase dada, só precisa ser sentido, mantido e verdadeiro. Gosto dessas coisas que você não gosta. Sei la, ando cansando. Ando querendo desistir.


Três meses, 92 dias ou 2208 horas de nós.


Cores.

Então me vens e me chega e me invades e me tomas e me pedes e me perdes e te derramas sobre mim com teus olhos sempre fugitivos, e abres a boca para libertar novas histórias e outra vez me completo assim, sem urgências, e me concentro inteiro nas coisas que me contas, e assim calado, e assim submisso, te mastigo dentro de mim enquanto me apunhalas com lenta delicadeza deixando claro em cada promessa que jamais será cumprida, que nada devo esperar além dessa máscara colorida, que me queres assim porque assim que és.